Campanha do TSE e a farsa conscientização do eleitor

Era uma terra muito engraçada Não tinha teto só tinha palhaço…

O Brasil é um país em que o partidarismo rompe qualquer barreira da palhaçada, fazem as coisas na nossa cara, pois sabem que logo logo esqueceremos.

O que é essa campanha do Tribunal Superior Eleitoral? Lançada no ar em 19 de março o comercial preza para que as mulheres votem em pessoas do sexo feminino.

Utilizando dados reais a propaganda manipula as mulheres com a frase “Até quando eles continuarão falando por nós?”

Esse ano teremos eleição para a presidente sendo a grande mulher presidenciável a nossa queridíssima Dilma Rousseff que, aliás já está no poder.

 

Com menos de uma semana após a campanha ir para a TV vemos um estudo do IPEA, feita entre maio e junho de 2013, sendo lançada estrategicamente agora, mesmo período da campanha do TSE, que coloca o homem brasileiro como um ser abusador, tese que rebati no texto

Precisamos aprender a ler. Uma análise da pesquisa sobre a Violência contra Mulher

Nenhum candidato pode fazer campanha eleitoral nesse período, embora isso não seja um problema para quem está com o Poder nas mãos. Utilizando as verbas publicitárias dos órgãos governamentais consegue-se uma “brecha” para inserir mensagens que favorecem um ou outro candidato, neste caso a Presidenta.
Uma campanha de conscientização do eleitor deveria incentivar a maior participação das mulheres na vida política brasileira, contudo o que o comercial do TSE está fazendo é dizendo que se DEVE votar em mulher, isso transforma as eleições em briga de gênero sem contar que está direcionando o eleitor em seu voto que, no caso, cai muito bem para Dilma.

Concordo que a representação das mulheres está muito aquém do que deveria ser. Nas eleições de 2012 foi o recorde de pessoas do sexo feminino eleitas em nosso país com 7.648 candidatas eleitas um total de 13,3% dos cargos, considerando que são a maioria da população isso está completamente desproporcional.

Porém é profundamente inoportuna e partidária a publicação de um comercial como este do STE em que induz a votação dessa forma e se considerarmos a nova propaganda (ainda não achei na internet) em que fala “Esqueça o passado e vem pra urna” vemos que o Supremo está fazendo um desserviço ao público brasileiro. Vamos esquecer Mensalão, vamos esquecer taxa SELIC, vamos esquecer as metas de inflação que não batemos nenhuma, vamos esquecer a Petrobrás e vem pra urna.

Vale lembrar também que no Governo Dilma as mulheres são peças centrais estando como Chefe-Civil, presidência da Petrobrás, Secretaria dos Direitos Humanos e assim por diante.

E se o hino nacional falasse a verdade?

E se fizéssemos nosso hino nos baseando na realidade do brasileiro?

O vídeo é meio antigo, porém expressa muito bem os problemas que temos em nosso país.
Ah! taxa Selic aumentou de novo, preparem os bolsos. Como não podemos fazer praticamente nada além de chorar, pelo menos ria um pouco assistindo ao vídeo!

 

 

Intervenção dos alunos na aula de um professor no Largo do São Francisco. Certo ou errado? Eu fico com o não sei.

Circula o vídeo da intervenção dos alunos na aula do professor e ex-diplomata Eduardo Lobo Botelho Galazzi, em que ele fazia uma aula sobre a Ditadura Militar. Segundo os alunos, ele entregou um “Documento de Continência a 1964”, ou seja, defendendo o Golpe Militar.

 

O professor relata sobre a falência do pensamento Comunista relatando a destruição cultural e espiritual causada pela ideologia Marxista.

Pensem comigo… quantos Estados democráticos e livres foram formados com a implantação do Comunismo? Mas enfim, não estou aqui para debater Direita VS Esquerda VS Centro VS Hadouken.

Vídeo feito pelos alunos que entraram na sala.

 

Confira o manifesto feito pelo professor em que obviamente escorrega na questão de colocar os militares e a Ditadura instaurada como a ferramenta que levou o Brasil ao desenvolvimento, algo que provou-se falacioso ao longo da história por meio de manipulação de metas e construções irreais (Usinas Nucleares, transamazônica e assim por diante). Carta Galazzi – Golpe de 64.

 

A grande defesa dada por Eduardo Lobo Botelho Galazzi não era da Ditadura Militar, mas sim, a situação do Comunismo como corrente ideológica que matou mais gente do que qualquer outro modelo politico conhecido e até uma visão um tanto quanto ingênua em que situa a população brasileira como solidificada em um sistema democrático “Pós-Capitalismo”.

carta prof

Vamos as seguintes análises:

A defesa do Golpe de 64 foi ampla e praticamente irrestrita em inúmeras camadas da sociedade inclusive entre os intelectuais que vislumbravam o possível controle comunista do Estado Brasileiro.
Isso é comprovado pelas posturas tomadas pelo Presidente João Goulart que insuflaram ainda mais a certeza de um golpe comunista.

A Ditadura Militar, por mais que seja chamada de um contra-golpe, não ajudou o Brasil a evoluir em nada. Pode ser que realmente tenha impedido um golpe comunista, porém caímos em uma Ditadura de qualquer maneira, com censura, tortura e tudo aquilo que um Estado pode fazer de pior.
Pouquíssimas frentes lutaram por uma democracia naquele período. Havia movimentos guerrilheiros que buscavam implantar o controle comunista, tanto que muitos foram treinados na URSS e Cuba principalmente entre o período de 1965 até 1970. Vide nossos amigos José Dirceu, Fernando Gabeira e o ex-ministro do meio ambiente Carlos Minc.

A luta pela democracia surge em um outro momento, aquele em que a sociedade cansada dos abusos e de ser tratada como massa resolve sair às ruas. Esses são os verdadeiros heróis, pois a iniciativa individual dessas pessoas é que geraram a força propulsora de uma luta realmente voltada para o poder do povo.

O que isso tem a ver com o vídeo? Tudo e nada ao mesmo tempo.

Os estudantes têm o direito de lutar pela liberdade e de fazerem um protesto legítimo contra qualquer um que atente à Democracia. Contudo fazem isso com um viés ideológico de extrema esquerda o que, cá entre nós, visa à instauração de uma Ditadura, com censura, supressão dos que pensam diferente e assim por diante.
Em uma Faculdade de Direito, a primeira de nosso país junto com a de Olinda, o mínimo que se espera é que haja respeito ao professor e à sua aula, independente do viés ideológico dele. Poder-se-ia propor debates e assim por diante.
Mas combater com a realização de um protesto de oprime o direito de um professor de falar em sua própria sala de aula é uma censura velada, ele estando errado em seu pensamento ou não.
Não PODEMOS utilizar as nossas ideologias e visão de mundo para sufocar o pensamento dos demais é abrindo a boca que se vê quem está certo ou errado, e não, suprimindo o direito de ninguém.

Enfim, não discordo dos alunos porque sou plenamente a favor da liberdade de expressão, embora discorde dos alunos porque sou plenamente a favor da liberdade de expressão.

Espero que tenha ficado a lição para todos com essa “celebração” do Golpe de 64, a de que o Estado, independente da cor que ele veste, quando assume total controle da violência e de nossas vidas, torna-se um demônio para aqueles que aspiram à liberdade.

Precisamos aprender a ler. Uma análise da pesquisa sobre a Violência contra Mulher

Sim o corpo é da mulher, mas não adianta o preconceito sair por uma porta e entrar pela outra.

As manifestações em prol do direito da mulher andar nas ruas sem ser assediada é legítimo, contudo não podemos tomar por base as conclusões dos estudos do IPEA, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, pois este coloca nas ruas que na “visão masculina” as mulheres têm que ser atacadas.

Essa pesquisa evidencia dois defeitos que, na realidade são a mesma coisa, analisando os dados veremos que a baixa renda aliada a pouca educação fomenta os casos de machismo no Brasil. O segundo problema apontado é: Brasileiros não sabem ler pesquisa.

Se nos atentarmos aos dados estatísticos, algo que o próprio IPEA pareceu esquecer (comprovado com essa publicação), veremos que a pesquisa demonstra que as deficiências nos setores de renda e acima de tudo estudantil/cultural é que são as verdadeiras essências do Machismo.

Aliás, não é bem uma pesquisa, mas sim um estudo de comprovação de tese, afinal já começa com esse termo:

“O primeiro grupo de frases ditas a os entrevistados, que foram instruídos a dizer se concordavam ou discordavam, total ou parcialmente, do que era afirmado, dizia respeito ao ordenamento patriarcal e heteronormativo da sociedade.

Por ordenamento patriarcal e heteronormativo da sociedade entende- se uma organização social baseada no poder masculino e na qual a norma é a heterossexualidade. A sociedade se organiza com base na dominação de homens sobre mulheres, que se sujeitam à sua autoridade, vontades e poder. Os homens detêm o poder público e o mando sobre o espaço doméstico, têm controle sobre as mulheres e seus corpos…”

Somente para saberem, confira o perfil dos entrevistados para a pesquisa e reparem que a maior parte dos entrevistados eram mulheres (66,5%) e com educação até o ensino fundamental formando 63,8% daqueles que responderam ao IPEA.

A) Residentes no Sul ou Sudeste: 56,7%
B) Residentes em áreas metropolitanas (metro): 29,1%
C) Pessoas jovens, 16 a 29 anos (jovem):28,5%
D)Pessoas adultas, 30 a 59 anos:52,4%
E)Pessoas idosas, 60 ou mais anos (idoso):19,1%
F)Mulheres (fem):66,5%
G)Brancos (branco):38,7%
H)Católicos (cato):65,7%
I)Evangélicos (evan):24,7%
J)Demais religiões, ateus e sem religião:9,6%
K)Menos que o ensino fundamental:41,5%
L)Ensino fundamental (edufunda):22,3%
M)Ensino médio (edumedia):30,8%
N)Ensino superior (edusuper):5,4%
O)Renda domiciliar per capita média: R$ 531,26

 

O universo amostral deixa bem claro o perfil do povo brasileiro, em sua maioria mulher, de baixa renda e com pouca instrução, só isso já era para ter chamado a atenção da sociedade civil do mau estado em que estamos. E ainda para conversar com esse público foram utilizadas perguntas dúbias que JAMAIS deveriam constar em uma pesquisa.
Exemplos:
“Em briga de marido e mulher não se mete a colher?

Em pesquisa não se faz pergunta com negativa porque gera dois tipos de respostas para dizer a mesma coisa podendo causar dúvida no entrevistado.

Sim, não se mete a colher. Não, não se mete a colher; é a mesma resposta.

Outra pergunta do IPEA

“Roupa suja se lava em casa.
Afirmação genérica que pode levar o entrevistado e relativizar e ser induzido a uma resposta.
Por que? O correto é xingar no Twitter?
O seu filho está indo muito mal na escola, você o levará para a polícia ou discutirá em casa?
Ou ainda
“Se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros.
Se “comportar” pode ser usar burca na visão de uns, aprender artes marciais na visão de outros, evitar locais isolados entre outras opiniões pessoais que não são analisadas pelo Instituto e que se encaixam perfeitamente dentro dessa afirmação da pesquisa.

 

O que REALMENTE podemos analisar desses dados que foram obtidos pelo IPEA é que pessoas de mais baixo grau de estudo e de regiões mais pobres tendem a ter opiniões mais assertivas sobre os assuntos que são analisados, ao contrário do que acontece nas regiões sul/sudeste (melhor renda média) e das pessoas mais escolarizadas que tenderam a relativizar mais o conteúdo. Sem contar o viés ideológico daqueles que fizeram a análise.

 

‘casos de violência dentro de casa devem ser discutidos somente entre os membros da família’.
As residentes no Sul/Sudeste, em áreas metropolitanas, e com educação superior, apresentaram menor tendência em concordar com essa afirmação.

“‘os homens devem ser a cabeça do lar’.

Em relação a pessoas que não são católicas ou evangélicas, os primeiros têm chance 1,4 vez maior de tender a concordar e os últimos, 2,1 vezes maior. A chance de os homens concordarem total ou parcialmente é 1,7 vez maior do que a das mulheres. E quanto mais elevada é a escolaridade, menor é a tendência a concordar.

Pessoas com educação média ou superior têm menor tendência a concordar com a afirmação de que ‘uma mulher só se sente realizada quando tem filhos’, bem como as residentes no Sul/Sudeste.”

 

Segue ainda

discordar estupro casamento

 

Mesmo tendo 65,3% das pessoas contra esse tipo de abuso, a pesquisa continua no tom de opressão: “Entre as características que aumentam a concordância parcial ou total com a noção de que a mulher deve, literalmente, servir sexualmente o marido, independentemente de sua vontade, está a religião.”

E olha só o que conclui

“Quanto maior o nível educacional, porém, menor é a tendência a concordar.”

 

Além dessas questões fica evidente a posição dos realizadores da pesquisa a sua visão de que a mulher somente pode alcançar a sua plenitude longe de um homem.

“Bastante alta também é a parcela da população que acredita que ‘toda mulher sonha em se casar’. Mais da metade dos entrevistados concordou totalmente com esta frase. Somados aos que concordam em parte, tem-se que quase 79% da população.

Possui noção bastante estereotipada sobre os desejos e ideais de vida das mulheres. Acreditar que toda mulher tem como projeto de vida casar-se e constituir uma família é compatível com a ideia de que a mulher somente pode encontrar a plenitude numa relação estável com um homem, ou, ainda, de que depende de um companheiro que a sustente e, finalmente, de que é mais recatada e possui menos desejos sexuais, não almejando, portanto, uma vida de solteira ou de muitos parceiros.”

Desculpe-me, mas de que parte dos dados o IPEA tirou “de que é mais recatada e possui menos desejos sexuais, não almejando, portanto, uma vida de solteira ou de muitos parceiros”? Isso é indução, não é analise de dados.

É certo que o “sonho” de se casar faz parte de um anseio cultural muito forte ainda mais em países latinos e que tem sim a ver com a ideia do “macho provedor” ligado ao preconceito. Mas aferir tudo isso por meio de uma pergunta de que é um “sonho”?
Pode não ser o desejo do entrevistado e da forma como a afirmação é feita dá-se a impressão à pessoa que é o que ela vê na sociedade, não que seja o sonho dela. Enfim, um resposta baseada em impressões, e não, em assertividade.

 

“’uma mulher só se sente realizada quando tem filhos’”, a conclusão dos pesquisadores do IPEA foi:

“Quase 60% dos respondentes disseram concordar total ou parcialmente com essa afirmação.”

E continuam…

“O modelo patriarcal de família, além de pressupor a supremacia masculina, centra-se num arranjo familiar composto por homem, mulher e seus filhos. O modelo é androcêntrico e heteronormativo: coloca o homem e o masculino como referência em todos os espaços sociais.

 

Toda essa reflexão foi tirada do fato de 60% dos entrevistados acreditarem que a mulher se realiza ao ter um filho. Não necessariamente a pessoa, mas sim a impressão dela sobre o fato.

 

E não nos esqueçamos do fatídico

Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas?

 

 

 

atacadas

Esse é o quadro que mais preocupa, ainda mais quando vemos que são as mulheres de mais baixa-renda, aquelas que utilizam o transporte público são as que mais corroboram com essa visão (65% dos entrevistados mulheres, renda per capita media de menos de um salário mínimo). Isso sim podemos colocar como um verdadeiro reflexo do machismo cultural que está entorno dos homens e mulheres desse país. O fato delas concordarem com essa afirmação pode muito bem derivar do próprio mecanismo de defesa de não serem abusadas dentro das situações cotidianas que estão envolvidas.
Mas novamente temos um adendo nessa parte da pesquisa.

Residentes no Sul/Sudeste, jovens e pessoas com educação média e superior, porém, apresentavam menores chances de concordar com isso.

 

Lembrando que defendo as manifestações da sociedade em prol da liberdade de todos, embora tenhamos que tomar muito cuidado com essas pesquisas porque pode gerar uma conclusão que não é a verdadeira.
A forma como foi redigida e publicada a pesquisa deixa a entender que os homens acreditam que as mulheres devem ser estupradas, como se os homens fossem a única mola motriz desse tipo de cultura, porém quando colocamos essa situação à luz dos dados apresentados pela própria pesquisa vê-se que isso está arraigado em nossa cultura devido à falta de Educação e de melhores condições de vida e não simplesmente por ser “homem”.
Uma pesquisa, que supostamente se baseia em estatística, não pode lançar juízo de valor como foi feito.

Mas o IPEA fez algo bom, trouxe a questão do estupro tanto o velado por verbalizações ou toques quanto o que envolve sexo. Aliás algo que já vinha sido tratado brilhantemente pela própria sociedade civil, no caso dos encoxadores por meio do Youpix no dia 13/03, desse dia em diante começou a caçada à esses criminosos.

Veja como o pico de busca encontra-se após publicações do Youpix.
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Homem é preso suspeito de “encoxar” e de tentar tirar calça de passageira em trem lotado da CPTM – 17/03

Homem é preso por estupro na estação Luz – 18/03

Mais dois são presos por abuso contra mulheres na Estação Sé do Metrô – 19/03

Após ‘onda’ de vídeos de abuso em trens, polícia prende 17 suspeitos. – 20/03

22 pessoas são autuadas por abusos nos vagões –  21/03

 

 

E para quem quiser mais dados sobre o acontece, verifique os dados do próprio IPEA sobre a situação atual dos estupros no Brasil, sim é assustador, porém temos que conferir afinal mais de 70% acontece com crianças.

 

ATUALIZAÇÃO

Como dito, o próprio pessoal do IPEA não sabe ler pesquisa e não tão incompetentes que erraram na afirmação mais importante da pesquisa.

Segundo o IPEA, uma troca nos gráficos gerou o pensamento errôneo.
Segue os dados reais: 26% concordam total ou parcialmente com a afirmação “mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas; 70%% discordam total ou parcialmente.

 

Pastor Everaldo Pereira do PSC um liberal? Menos… menos…

Aparecendo nas pesquisas eleitorais o Vice-Presidente do PSC, Pastor Everaldo Pereira, torna-se o quarto dos presidenciáveis no gosto da população brasileira com 3% das intenções de voto segundo pesquisa DataFolha entre 19 e 20 de fevereiro de 2014.

 

 

O Pastor se considera um privatista, ou seja, alguém que acredita que o Estado tem a função de mediar, e não, intervir.
Assim como deve gerenciar setores como a Educação se eximindo da responsabilidade de trabalhar como sócio de empresas como o próprio político diz.

Concordo com esses aspectos em gênero número e grau. Quanto mais Estado, mais cabides de emprego e maiores chances de desvio de verba por meio da corrupção.

No segundo trecho da entrevista caímos no famoso “mais do mesmo” falando sobre a reforma tributária que nosso país precisa fazer.

Questão é com uma candidatura chapa pura como a dele irá conseguir realizar esse intento?

Sabendo mais ou menos de política é mais do que claro que se torna inviável a sua ideia.

 
O PSC é um partido aliado ao PT que historicamente luta pela ampliação do Estado em prol, pensando de uma maneira bonita aqui, do bem estar e do fomento de uma sociedade mais justa e igualitária (para Inglês ver). Tradução: A favor do aumento Estatal para poder crescer ainda mais os seus tentáculos.

 
Esse mesmo partido PSC agora lançará um candidato que luta por um ideal Liberal?
Everaldo relata que estava com o PT devido à “governabilidade”, porém muitas vezes votou contra o Governo o que já começa a demonstrar as incoerências do candidato e do Partido.
Sem contar que o PSC no Paraná está ligado a Beto Richa do PSDB, o que levanta novamente a bandeira da “governabilidade”.

Governabilidade para mim lembra PMDB o real Partido do Poder Brasileiro, aquele que não larga cargos públicos nem com ebó e sessão de desencosto. O PSC se apresenta assim: Duvida? Então procure algum princípio que não seja eleição no Estatuto.

 

Um partido com posturas bem incoerentes já em sua governança, afinal quando teve um dos seus na liderança da Comissão dos Direitos Humanos a única coisa que conseguiu fazer foi causar discórdia e jorrar preconceitos. Lembram de um tal de Feliciano? Então, PSC.

 


O Pastor Everaldo Pereira que levanta a bandeira libertária foi um dos coordenadores do Programa de Anthony Garotinho ao Governo do Rio de Janeiro, foi sub-chefe da Casa Civil. Mesmo Garotinho que é acusado de desvio de verba e de distribuir brindes religiosos para camuflar sua campanha de volta ao Governo.

O pensamento Liberal prega a livre iniciativa das pessoas em busca daquilo que elas quiserem e contando com uma influência mínima no Estado, sendo este uma ferramenta que permite uma estrutura mais igual. Saúde, Segurança e Educação.

 

Como um partido ligado a uma causa religiosa poderá defender ideias como a dos liberais?
Afinal já entram no quesito de serem contra o casamento de pessoas do mesmo sexo, aborto e assim por diante mostrando uma alta influência do pensamento religioso perante ao nosso teórico Estado Laico.
Por fim, para não causar muitas delongas com um “nanico”, salvo engano assinar as legendas das fotos nas redes sociais não seria campanha antecipada?

campanha eleitoral

Enfim, Everaldo, não, você não representa o pensamento liberal ou libertário ou qualquer outro que preza pela liberdade do indivíduo. Alie-se ao Partido que de te der uma mamata de Ministério no segundo turno e fique mais do que feliz.

Fonte causadora do texto: Rodrigo Constantino

 

Uma entrevista não tão promissora sobre a legalização da Maconha.

Confira a entrevista de Cristovam Buarque sobre a legalização da Maconha.
Obviamente que ele utilizou como plataforma política, porém teve pontos que achei interessantes como, por exemplo, ele dizer que ficou sabendo pelos jornais que seria o relator do Projeto.

Outro ponto: Ele se diz neutro, ou seja, não tem opinião formada para a legalização da Maconha, que nunca teve interesse pelo assunto, mas…

Terceiro: Percebe-se que ele é contra pela postura que deixou na entrevista principalmente quando ele fala do Fernando Henrique Cardoso.

Então pergunto à todos que apoiam o projeto. Será que vai???

Assista a entrevista aqui

Transformando São Paulo em um grande jardim vertical – Movimento 90º

Algumas ideias de sustentabilidade que fazem a diferença.

Em São Paulo há o movimento Movimento 90º que visa trazer jardins verticais em toda a cidade o que causa um impacto visual e também no ar que supostamente respiramos.

Confira o vídeo do que eles realizaram em apenas um ano de projeto.

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Manifesto

De forma pouco controlada, e com leis incapazes de orientar seu desenvolvimento, as grandes cidades brasileiras cresceram desordenadamente durante décadas. O resultado são lugares com adensamentos desproporcionais e infraestruturas ineficientes, criando um ambiente inóspito; poluído, feio e barulhento.

Uma alternativa pouco conhecida, mas rápida e economicamente viável para aplacar estes problemas, é equipar os edifícios dos centros urbanos com jardins verticais. É esse o objetivo do Movimento 90º: queremos difundir essa ideia e viabilizar a construção dessas instalações, permitindo que seus benefícios sejam polinizados por todos os grandes centros.

Imediatamente após a sua instalação, um jardim vertical atua fortemente na limpeza do ar; na regulagem térmica -­‐ tanto dos edifícios em que são instalados, quanto do ambiente ao seu redor; na diminuição de problemas acústicos; e em épocas secas, ajudam a aumentar a umidade relativa do ar. Além, é claro, de dar novo vigor ao aspecto estético das cidades. Existem centenas de espécies aptas a viverem nesse ambiente, e cada planta vira um elemento compositivo nesse painel.

O Movimento 90º convida você, que se interessa pelas novas possibilidades urbanas, a nos apoiar. Daremos início a um processo que pode mudar completamente as estruturas do meio em que convivemos, tornando a cidade um lugar mais agradável e habitável! Assim, catalisamos o que há de melhor nos grandes centros: a relação de troca entre os habitantes, que aqui criam e partilham.